domingo, 26 de abril de 2020

Termas 162 / 172 ensino religioso.


Leia o texto e responda as perguntas no cadernos. 
Texto 1: A importância da família
Para os cristãos, e também para muitos adeptos de outras religiões, como muçulmanos, judeus e hindus, a família representa uma das uniões mais vitais. É da família bem estruturada e amorosa que provém a força necessária para que o indivíduo se faça pessoa de bem, segura e consciente de seus direitos e deveres na sociedade.
No último século, porém, diversas críticas foram feitas à família. Muitos consideram-na uma instituição autoritária e repressora do indivíduo. Alega-se que a família quer exercer
controle sobre a pessoa, impedindo-a de realizar-se livremente e ser feliz.
Há dois fatores a serem analisados nesta questão. Por um lado, essa felicidade que as pessoas do mundo atual querem é muitas vezes um prazer egoísta. É fazer o que se quer sem ter de dar satisfações a ninguém. A vida em família envolve preocupação com o outro, responsabilidade, cuidado e também por vezes ceder aos próprios desejos em prol da convivência familiar e da boa harmonia entre todos. O homem e a mulher contemporâneos não aceitam bem isso, porque a sociedade de consumo prega uma ideia de prazer absoluto, sem compromisso nem preocupação
com ninguém.
Por outro lado, é verdade que a família às vezes é autoritária e não respeita as
opiniões, os gostos e as vocações dos indivíduos. Houve época (e ainda há religiões em que isso acontece) em que os pais escolhiam com quem os filhos iriam casar-se ou que profissão deveriam seguir.
A melhor proposta é aprendermos a viver numa família democrática, na qual todos possam expressar-se livremente e ainda assim ser amados e respeitados. Mas, sobretudo, que todos se preocupem com todos, que haja união e alegria de estarem juntos e que a família possa ser o refúgio e o aconchego para o homem, a mulher, a criança, o idoso e o jovem.
É preciso revalorizar a família. Muito da insegurança, da depressão e da solidão que vemos no homem e na mulher contemporâneos vêm do esfacelamento dos laços familiares. Existem os lares desfeitos e as pessoas que moram sozinhas, mas, ainda que a família more junto, existem casos em que fica cada um num canto, ninguém sabe do outro. Muitas vezes pai, mãe, filhos e avós mal se veem e mal
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 conversam entre si. A desculpa é que a vida é corrida, que há muito trabalho e é preciso cuidar da sobrevivência. Mas de que adianta sobreviver sem amor? Trabalhar para usufruir sozinho? Ganhar dinheiro, viajar, consumir sem ter alguém para compartilhar?
ATIVIDADES
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Autor Desconhecido
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 Com quem você mora? Como está a sua família? Está bem ou passando por problemas? O que você proporia para resolvê-los? Você se sente feliz nela? O que você pode fazer para melhorá-la?

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