COLÉGIO
ESTADUAL ELPÍDIO FERREIRA PAES
ATIVIDADE DE EDUCAÇÃO A
DISTANCIA (Período de 06 de abril a 30 de abril de 2020)
Disciplina(s):
Ciências
Ano(s) de Ensino: 9°
Turma(s):
191
Professor(a): Fernanda Borba
Retornar
a atividade pelo e-mail: fedeborba@gmail.com ou
entregar no retorno das aulas, lembrando que as tarefas, referem-se ao período
de cada semana, e será computado posteriormente o valor avaliativo.
Atividade - descobertas após estudos de Mendel
Tarefa
1: O texto a seguir foi retirado do site da
Sociedade Brasileira de Dermatologia. Ele descreve o albinismo oculocutâneo, ou
seja, aquele que atinge os olhos e a pele.
Leia o texto e responda:
O albinismo
oculocutâneo é uma desordem genética na qual ocorre um defeito na produção da
melanina, pigmento que dá cor a pele, cabelo e olhos.
Os sintomas são variáveis de acordo com o tipo de mutação
apresentada pelo paciente. A mutação envolvida determina a quantidade de
melanina produzida, que pode ser totalmente ausente ou estar parcialmente
presente. Assim sendo, a tonalidade da pele pode variar do branco a tons um
pouco mais amarronzados; os cabelos podem ser totalmente brancos, amarelados,
avermelhados ou acastanhados e os olhos avermelhados (ausência completa de
pigmento, deixando transparecer os vasos da retina), azuis ou acastanhados.
Devido a deficiência de melanina, pigmento que além de ser
responsável pela coloração da pele, a protege contra a ação da radiação
ultravioleta, os albinos são altamente suscetíveis aos danos causados pelo sol.
Apresentando frequentemente, envelhecimento precoce, danos actínicos e câncer
da pele, ainda muito jovens. Não é incomum encontrar albinos na faixa dos 20 a
30 anos com câncer da pele avançado, especialmente aqueles que moram em regiões
quentes e se expõem de forma prolongada e intensa à radiação solar.
Atualmente, existem 7 genes envolvidos no albinismo. Em cada um
dos genes identificados, diferentes mutações podem ocorrer, o que determina uma
grande variabilidade na apresentação clínica. No albinismo oculocutâneo tipo I,
por exemplo, existe ausência completa da produção de melanina, sendo o quadro
clínico mais intenso, com pele e cabelos totalmente brancos e graves alterações
oculares. Já no albinismo oculocutâneo tipo II, forma mais frequente no Brasil,
a deficiência de melanina é parcial, assim sendo, pele e cabelo apresentam
algum grau de pigmentação.
Não existe, atualmente, nenhum tratamento
especifico e efetivo, pois o albinismo é decorrente de uma mutação
geneticamente determinada. Como a principal fonte de vitamina D é
proveniente da exposição solar, e os albinos precisam realizar fotoproteção
estrita, é necessária a suplementação com vitamina D, para evitar os problemas
decorrentes da deficiência dessa vitamina, como alterações ósseas e
imunológicas.
a)
Consulte em dicionários o significado
das palavras que você não conhece e redija uma definição para essas palavras.
b)
Por que podem existir variações na
forma como o albinismo se apresenta?
c)
De acordo com o texto, pessoas com
albinismo são mais sensíveis aos danos causados pelo sol?
d)
Que implicações a falta de exposição ao
sol pode trazer?
e)
A radiação solar é muito perigosa para
pessoas com albinismo. Mas também traz problemas para todas
as pessoas que se expõem em excesso. Pense em medidas que uma cidade
pode tomar para permitir que as pessoas se protejam do sol.
f)
Imagine que o albinismo é causado por
um gene. Um homem heterozigoto para albinismo (Aa) é casado com uma mulher
albina (aa). Quais são os gametas produzidos pelo homem? E pela mulher?
g)
Quais são os genótipos dos possíveis
filhos desse casal? Há chances de nascerem crianças com albinismo?
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